Querido Esposo

Meu coração é um cofre
Cheio de recordações
De muita felicidade
Vivida por nós os dois.

Foste o meu grande amor
O meu príncipe encantado
O meu esposo tão querido
E o meu rei muito amado.

Quero-te dizer amor
Que te amo, Que te amo,
Que te amo de verdade
Sinto tanto a tua falta
Estou morrendo de saudade.

Esta linda poesia
No coração vou guardar
E todos, todos dias
Seja noite ou seja dia
Eu a irei recitar
Juntando minha alegria
Por pensar naquele dia
De te poder abraçar.

Eu te amo.

Maria do Céu

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Amor

O amor é um sentimento
Maravilhoso e profundo
Ajuda-nos a viver, até mesmo perdoar
As injustiças do mundo

O amor é muito doce
Saber amar só doçura
Mas por vezes também traz
Desgostos e amargura

O amor ninguém sabe de onde vem
Ele nasce, ele cresce sem dizer nada a ninguém
Gosto de falar de amor
Sinto-o em meu coração
São saudades e são lágrimas
De tanta recordação

O amor é muito belo
Mas tem que ser bem cuidado
Para ir sempre crescendo
Para que nunca se acabe

Maria do Céu

Noite de Natal Iluminada

Da minha janela eu vejo uma casa iluminada,
Oiço risos de crianças, oiço vozes bem alegres
E um cheirinho a consoada.
Também vejo bem ao longe,
Uma mesa bem comprida
Muita gente à volta dela
Com balõezinhos e fitas.
Gente alegre e bem disposta
Irradiando alegria,
Festejando com amor
A união da família.
Vejo também a um canto
Uma árvore de Natal
Grande, linda e muito bem enfeitada,
Repleta de prendinhas
Deve ser prá criançada.
Olho em redor e o que vejo?
O meu menino dormindo
Num bercinho bem limpinho,
Mas também bem pobrezinho.
E penso…como ele é lindo!
E dorme tão sossegado, tão fofinho e tão rosado,
Parece o menino Jesus quando nasceu no estábulo,
Faltam só as ovelhinhas, Maria, José e também os três Reis Magos,
Não esquecendo a estrela, os anjos pra este quadro.
Em minha imaginação, meu presépio já está feito
Puz nele todo o meu amor, admiração e respeito.
Puz também a paciência, resignação, humildade
Puz também muito carinho, para que nele nada falte.
Mas nisto batem à porta, de mansinho lá vou indo,
Com muito muito jeitinho
Pois o meu menino dorme,
Tranquilo naquele bercinho.
Levanto a mão, dou um toque, para a portinha se abrir
E um rosto esplendoroso, ali esta a sorrir.
Minha casa iluminou-se, o meu coração também,
Meu menino levantou-se,
E a meia-noite também.
E o Pai Natal chegou, com brinquedos e uma bela consoada,
Minha casa estava linda, estava toda iluminada.
Quem sois vós?
Perguntei eu, sentido imensa alegria,
E uma voz, meiga, tão doce
Ao meu ouvido dizia:
Sou um enviado dos céus
Amigo, teu protector
Ensinar-te o evangelho
São ordens do salvador
Minha casa iluminada,
A minha alma também
Meu coração transbordava
Com bênçãos celestiais
Obrigado meu Senhor
Por a mais linda e bela
Noite de Natal que me proporcionaste
Por meus caminhos sombrios que agora iluminaste.

Maria do Céu

Natal

Minha mãe,
Quando é Natal?

Meu filho, é Natal…
Quando abrimos nosso coração
E derramamos amor, carinho, compreensão
Quando limpamos as lágrimas
Daqueles que choram
Sem mesmo saber qual o motivo ou razão.
É Natal quando socorremos nosso irmão
Aflito, carente, doente, perdido
Quando os velhinhos tremem de medo
Por viverem sozinhos
Desejando, implorando
Por um amigo ou vizinho
Quando nós sabendo
Corremos ao seu auxílio,
Isso é Natal meu filho.
Quando damos um beijo
A uma criança que chora
Que tem frio, que tem fome
Isso é Natal
Pois o nosso amor a consola.

Mas Mãe, dar amor é tão simples!

Seria meu filho,
Se não existisse o ódio, a inveja, o poder, a ganância,
Ambição, que mora, que vive
Em tanto coração.

Meu filho,
Natal é darmos as mãos
Correndo para o futuro
Acabando com as guerras, a fome,
E esta grande miséria
Instalada neste mundo.

Maria do Céu

A Minha Rainha

I
Vanessa,
Tu és uma moça linda
Teu perfil encantador
Tens um coração de ouro
Onde guardas tanto amor

II
És uma bela estudante
Decidida, graciosa
Tens lutado para vencer
Caprichando, rigorosa

III
Tu tens um lindo sorriso
Um maravilhoso olhar
Teus cabelos tão bonitos
Brilhando com o luar

IV
És Vanessa
Mas para mim, Vanessinha
Tu és aquela que eu amo
Tu és a minha rainha

Maria do Céu

O Passar do Tempo

Sinto medo, sinto frio
Sinto o coração vazio
Até mesmo um arrepio
Percorrendo o corpo inteiro.
Sinto o passar do tempo
As veias a palpitar
Sinto uma angústia tão grande
Não consigo controlar.
E quando olho para o mundo
Começo logo a chorar
São armas, são guerras, são lutas
Todos prontos a matar
São corpos frio já sem vida
Que rolam e viram no ar.
Sinto medo, tanto medo
Pois eu não quero lutar
Meu coração está de luto
E vejo o tempo a passar
E as guerras a continuar
E não as fazem parar
Vindo ferir cruelmente
A quem tanto sabe amar.

Maria do Céu

Virtudes

I
As palavras que se dizem
Somente para magoar
Esquecendo que existe
A palavra verbo amar

II
Feliz daquele que conserva
Amor em seu coração
Para poder ajudar
Em qualquer ocasião

III
O amor é como a luz
O carinho uma doçura
Amizade é sempre um bem
Pra desfazer a amargura

IV
Ser bondoso é uma virtude
O ser humilde também
Ser honesto e cauteloso
Nunca fez mal a ninguém

V
Procuremos todos ter
Estas virtudes tão belas
Para não acontecer
Voarem pela janela

Maria do Céu